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Elmo militar, de prata, tauxiado de oiro, forrado de verde, a
três quartos para a dextra.
Correias de verde afiveladas de oiro.
Paquife e virol de oiro, e de verde;.
TIMBRE: um cavalo sainte, brincão e empinado, de negro,
tendo entre os membros anteriores urna bandeirola de oiro hasteada de vermelho.
DIVISA: num listel, branco, ondulado, sotoposto ao escudo,
em letras de negro, maiúsculas, de estilo elzevir "AEQUO ANIMO".
O xadrezado do escudo, lembrando o tabuleiro do jogo do xadres,
simboliza o campo em que se trava aluta onde duas vontades opostas - a razão e o instinto, a
ordem e o caos -se afrontam em busca de uma vitória capaz de definir futuros alternativos;
O cavalo, exemplo clássico da complementaridade homem-animal
na conjugação perfeita das suas potencialidades, recorda aqui a velocidade e a força postas
a disposição racional do "senhor da sua montada".
A bandeirola, já sinal distintivo do chefe nas justas, bataIhas
medievais, recorda o controle exigido no emprego dinâmico da força.
A divisa "AEQUO ANIMO" afirma a sua determinação em actuar com
serenidade e constancia em todas as situações, quaisquer que sejam as circunstâncias
envolventes.
Os esmaltes significam:
- O OIRO: a constância na defesa da lei e da ordem.
- O VERMELHO: a resolução aquando do seu empenhamento.
- O VERDE: a posse de um passado ilustre, que há que
defender.
- O NEGRO: a prudência para evitar confrontos desnecessários
ou injustos.
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