No âmbito de uma fiscalização que visava o combate à prática da apanha, transporte e comercialização desta espécie, os militares detetaram o transporte dos bivalves num veículo, com destino a serem introduzidos no consumo fora do território nacional, sem que fossem acompanhados de qualquer documento de registo, que atestasse a zona de captura e o controlo higiossanitário.
A presente ação teve como objetivo diminuir as atividades de apanha desta espécie no estuário do Tejo e a sua posterior comercialização, uma vez que sem o devido período de depuração, a elevada concentração de toxinas presentes nos bivalves constitui-se como um grave risco para a saúde pública.
Os bivalves, por ainda se encontrarem vivos, foram devolvidos ao habitat natural.