No âmbito de uma investigação relacionada com furto de ouro de uma instituição de caridade e assistência social, que teve a duração de cerca de um mês, os militares da Guarda após diversas diligências policiais, conseguiram identificar a suspeita, uma mulher de 56 anos, que era funcionária da instituição. Foi realizada uma busca domiciliária, onde foi possível recuperar o seguinte material:
O ouro recuperado irá ser entregue ao seu legítimo proprietário após reconhecimento.
A suspeita foi constituída arguida e os factos remetidos para o Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) da Maia.