No seguimento de um incêndio florestal, os militares da Guarda deslocaram-se ao local onde identificaram o autor, que perdeu o controlo das chamas enquanto fazia uma queima de sobrantes. O incêndio consumiu cerca 1 000 m2 de mato e eucaliptos.
O suspeito foi constituído arguido, e os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Braga.