Na sequência de um alerta de incêndio florestal, os militares da Guarda deslocaram-se para o local, tendo apurado que na sua origem esteve a utilização de fogo para confeção de alimentos, que se descontrolou devido à não adoção das medidas de segurança necessárias. O incêndio consumiu uma área de mato rasteiro de aproximadamente 41 hectares, pondo em risco a mancha florestal envolvente.
No decorrer das diligências, o autor da queima foi identificado, ainda no local, e constituído arguido, tendo sido os factos comunicados ao Tribunal Judicial de Torre de Moncorvo.
A proteção de pessoas e bens, no âmbito dos incêndios rurais, continua a assumir-se como uma das prioridades da GNR, sustentada numa atuação preventiva e num esforço de patrulhamento nas áreas florestais.
A GNR relembra que:
A Guarda Nacional Republicana, através do Serviço da Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), tem como preocupação diária a proteção ambiental e dos animais. Para o efeito, poderá ser utilizada a Linha SOS Ambiente e Território (808 200 520) funcionando em permanência para a denúncia de infrações ou esclarecimento de dúvidas.