Assim, foi necessário proceder à reconstituição do povoamento florestal, em virtude de existir a necessidade de substituir as árvores existentes, implantando espécies mais adequadas, no intuito de preservar as edificações e garantir a segurança dos transeuntes que circulam nos arruamentos limítrofes ao quartel. Durante o planeamento desta requalificação foi ainda tidos em conta os riscos para a saúde que algumas espécies arbóreas importam, nomeadamente, alergias e problemas respiratórios.
Nesse sentido, foi iniciado um processo de reflorestação, coordenado com o Instituto de Conservação da Natureza e Florestas, que envolve a plantação de 150 árvores autóctones, o que certamente irá trazer benefícios evidentes para a qualidade de vida dos militares e da população que reside imediações do Quartel da Pontinha.