A Depressão Kristin foi um fenómeno meteorológico extremo que provocou ventos violentos, chuva intensa, queda de árvores, danos em infraestruturas e múltiplas ocorrências de emergência em diversas regiões do país. Neste contexto, a Guarda Nacional Republicana (GNR) desempenhou um papel ativo e multifacetado no apoio às populações e na coordenação operacional com outros organismos de emergência.
A GNR empenhou efetivos e meios operacionais para as zonas mais críticas, incluindo patrulhas, reconhecimento de áreas isoladas, apoio ao trânsito e auxílio à circulação em vias condicionadas, com o objetivo de:
Além disso, para além da componente policial, é ainda nossa prioridade, através de todos os militares no terreno e, em particular, através da Unidade de Emergência de Proteção e Socorro (UEPS), realizar o seguinte:
A GNR tem disponibilizado meios para facilitar a mobilidade das populações e permitir o acesso dos serviços de socorro às áreas afetadas. Estes meios têm sido utilizados em coordenação com bombeiros, forças armadas e outros serviços do Estado para garantir uma resposta eficaz e eficiente às diversas ocorrências registadas.
Um dos aspetos mais sensíveis desta situação tem sido o apoio às populações que ficaram temporariamente incomunicáveis, seja por cortes de energia, falhas nas comunicações ou isolamento físico provocado por estradas obstruídas. A GNR tem desenvolvido um trabalho de proximidade essencial, garantindo o contacto direto com estas populações, sinalizando necessidades urgentes, assegurando o acompanhamento de pessoas mais vulneráveis e funcionando, muitas vezes, como o primeiro elo de ligação entre os cidadãos isolados e os restantes serviços de emergência e proteção civil.
Importa também sublinhar que a resposta da GNR começou ainda antes do impacto máximo da depressão. Já durante a madrugada em que ocorreu a tempestade, encontravam-se de prevenção mais de 50 militares da UEPS, preparados para responder de imediato às solicitações que pudessem surgir. Posteriormente, nas regiões mais severamente afetadas, este dispositivo foi reforçado com cerca de mais 60 militares da UEPS, garantindo uma capacidade de intervenção robusta, contínua e adequada à dimensão dos danos registados.
A Guarda aconselha ainda a: