A Guarda Nacional Republicana (GNR) realizou a cerimónia de tomada de posse do novo Comandante da Unidade de Emergência de Proteção e Socorro (UEPS), Major-general Paulo Jorge Macedo Gonçalves, numa cerimónia que foi presidida pelo Sua Excelência o Comandante da Guarda Nacional Republicana, Tenente-general Rui Alberto Ribeiro Veloso, que conferiu posse, e que teve lugar nas instalações do Comando da Unidade, na cidade da Guarda
O Major-general Paulo Gonçalves é natural de Vila Real, e nasceu no dia 6 de julho de 1970. É licenciado e mestre em Ciências Militares, especialidade de Segurança – Infantaria, pela Academia Militar, e Auditor de Segurança Interna, pela Faculdade de Direito de Lisboa da Universidade Nova de Lisboa.
Possui, entre outras habilitações académicas, uma pós-graduação em Estudos Avançados em Direito e Segurança, pela Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa, uma pós-graduação em Ciências Militares – Segurança e Defesa, pelo Instituto de Estudos Superiores Militares e uma pós-graduação em Ciências Militares, pelo Instituto Universitário Militar.
Ingressou no quadro permanente da Guarda Nacional Republicana em 1992, tendo desempenhado diversas funções ao longo da sua carreira profissional, das quais se destacam:
Na sua folha de serviço constam vários louvores e condecorações, nacionais e estrangeiras.
É casado e tem dois filhos.
A UEPS é a unidade especializada da Guarda que tem como missão específica a execução de ações de prevenção e de intervenção, em todo o território nacional, em situações de acidente grave e catástrofe, designadamente nas ocorrências de incêndios rurais, de matérias perigosas, de cheias, de sismos, de busca, resgate e salvamento em diferentes ambientes, bem como em outras situações de emergência de proteção e socorro, incluindo a inspeção judiciária em meio aquático e subaquático, sendo ainda atribuições da UEPS aprontar e projetar forças em missões internacionais de gestão civil de crises no âmbito da proteção civil.
A UEPS congregou e substituiu o Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro (GIPS), criado em 2006 através do Decreto-Lei nº 22/2006, de 02 de fevereiro, como resposta à inexistência, de um corpo nacional, no Estado, altamente treinado e motivado e com grande capacidade de projeção para todo o território nacional, de intervenção em operações de proteção civil.