A Unidade de Controlo Costeiro e de Fronteiras (UCCF), através do Destacamento de Vigilância Móvel, no dia 15 de junho de 2026, constituiu arguida uma mulher, por suspeitas da prática do crime de falsificação de documentos, no concelho de Lisboa.
No âmbito de uma investigação que decorre há cerca de um ano, os militares da Guarda deram cumprimento a um mandado de busca num escritório de advogados, em Lisboa, relacionado com suspeitas de falsificação de procurações forenses e autos de extravio de documentos de identificação de cidadãos estrangeiros. No decorrer da ação, foi realizada uma busca na presença de Juiz de Instrução Criminal, de representante do Ministério Público e de representante da Ordem dos Advogados, tendo sido constituída arguida a suspeita.
Da ação resultou a apreensão dos seguintes documentos:
• Diversas procurações forenses; • Autos de extravio de documentos de identificação; • Documentação relacionada com processos de cidadãos estrangeiros.
A suspeita foi constituída arguida e os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa Oeste.
A Guarda Nacional Republicana relembra que a falsificação de documentos constitui um crime que compromete a credibilidade dos procedimentos administrativos e pode ser utilizada para contornar os mecanismos legais de controlo da permanência de cidadãos estrangeiros em território nacional, mantendo-se empenhada na prevenção e combate à criminalidade associada à imigração ilegal.